28 de outubro de 2011

REALPOLITIK - PORCOS FARDADOS

 Tenho nojo da polícia de São Paulo. São trogloditas, agentes - voluntários e involuntários - do verdadeiro crime organizado, com raízes no topo da hierarquia estatal e ramificações na base mais baixa da pirâmide.

Esses agentes do crime organizado – também conhecidos como coxinhas – agora estão mostrando toda sua eficiência combatendo os perigosíssimos maconheiros da FFLCH (USP).

A polícia no campus não traz mais tranqüilidade. Assassinos armados, sem nenhum preparo, e com o intuito de impor sua autoridade através da violência, não trazem mais tranqüilidade.

Espero que os polícias militares de São Paulo façam seu trabalho, sugiro que comecem deixando de manter suas “biqueiras”, seus prostíbulos e, se possível, parando de assaltar bancos, caixas eletrônicos e de agredir e matar inocentes.

Tenho nojo de vocês. Assassinos, covardes, porcos.

Thiago Menezes

10 comentários:

  1. Eu realmente não sei o que tanto esses policiais aprontam na USP.
    Estou a par da situação pela mídia que, convenhamos, destorce muita coisa.
    Mas eu, morador de periferia há mais de 20 anos, particularmente nunca gostei deles. Nunca confiei.
    Já tomei enquadro, já apanhei sem merecer, já fui tratado como lixo.
    Outra coisa que esses 20 anos morando do lado de cá da ponte me fizeram aprender é a odiar Playboy maconheiro filhinho de papai (lembrando Gabriel O Pensador).
    Nem sei se é o caso, mas se for, confesso não entender o motivo de tanto alarde.
    Qual o problema nisso tudo?
    Eles compram, fumam, alimentam o tráfico e no meio da semana a polícia passa aqui para pegar o “arrego”.
    É um ciclo, apenas um círculo vicioso.
    Ninguém ganha, ninguém perde e é vida que seque.

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  2. "Destorcer" (com e), significa "desfazer a torcedura", "endireitar o que está torcido".

    Ex.: O ortopedista vai destorcer sua perna.

    "Distorcer" (com i), significa "mudar o sentido, desvirtuar".

    Ex.: Você está conseguindo distorcer minhas palavras.

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  3. Há mais de trinta anos, alguns colegas e eu fomos também incomodados quando saboreávamos um jererê lá na USP. Era o tempo da Ditadura e havia um discreto posto militar na cidade universitária.
    Resumo: fomos educadamente admoestados e nada mais.
    É incrível, mas é verdade!

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  4. O Jererê é a Xibaba. Diga lá thiagão, pisa machucando com jeitinho...

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  5. kkk.... E aí Zumka, festinha no final do ano?

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  6. Estaremos na fita, afinal festejar é o que nos cabe. É só dizer local e hora!

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  7. Outra opinião sobre o assunto:

    http://www.controversia.com.br/index.php?act=textos&id=10734

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  8. Pois é, você acha que os policiais são porcos, mas se te roubarem a 1ª coisa que você irá fazer é chamar a polícia. Sim existem pessoas ruins na polícia, mas você não pode dizer isso de todos. Existe muita gente lá dentro que luta contra a corrupção da própria polícia. Se você for mal atentido por um policial você pode ir na corregedoria da polícia e denunciá-lôs.

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  9. O grande problema lá na USP é que os alunos querem usar maconha e com a PM lá atrapalha o esquema. Não precisa ser nenhum PHD para saber isso. Poderia falar um monte de coisa aqui, mas, na verdade, tudo se resume em uma única palavra: vergonha. Maus profissionais exitem em todos os lugares, não devemos generalizar e, a propósito, a maioria dos alunos da USP concordam com a presença da PM subentendendo-se, então, que a grande parte está lá para estudar e não para encher o rabo de maconha e substâncias análogas.

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